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"Todo sonho é uma derrota em potencial. Para não o realizar, basta manter-se parado. - Argus Caruso Saturnino"

terça-feira, 15 de março de 2011

Morro da Asa Delta

São Vicente
08/01/2011

Entre o Natal e o Ano Novo recebi visitas em casa, parentes e amigos de Curitiba, entre eles estava o Bruno, companheiro em alguns passeios de bike.

Mas parece que o Bruno também trouxe consigo algumas nuvens de chuva, e que atrapalhou os nossos planos de fazer uns passeios de bike mais longos. 

Outro fator que impossibilitou foi a minha falta de tempo, devido estar trabalhando e só ter praticamente um e meio dia da semana de folga, quando tinha essa folga, pois ainda estou trabalhando por conta com entrega de congelados...

E assim só conseguimos fazer um pequeno pedal até o Morro da Asa Delta, onde o Bruno ainda não tinha ido de bicicleta, e onde eu ainda não tinha conseguido concluir a subida pedalando 100% do percurso, foram ao todo 4 tentativas, em todas acabei descendo da bike no ultimo trecho, subida do estacionamento da rampa de voo livre, em 3 vezes fui vencido pelo cansaço e na última vez fui vencido pela bike que empinou a frente e tive que parar de pedalar a menos de 50m do final e acabei empurrando a bike.


No  início da subida o Bruno estava com a corda toda! Querendo mostrar que estava bem preparado, assim como fez comigo no pedal para o Rio Jurubatuba, foi subindo num ritmo mais forte e abrindo distância, mas como conheço bem essa subida, mantive o meu ritmo do devagar e sempre.

A subida do Morro da Asa Delta, alterna alguns trechos bem inclinados e alguns trechos mais suaves e até uma pequena descida, isso nos seus 2 km de extensão, 175m acima do nível do mar e 200m de subida acumulada.

(fonte: Bikely)
Os trechos que exigem mais e são mais inclinados são três, o primeiro logo após 500 m do início da subida, próximo a uma grande rocha com uma escadaria e que a pista contorna a mesma.

O segundo e mais extenso,  logo após completar 1 km de subida, onde o Bruno começou a apresentar cansaço devido o forte ritmo que ele resolvel adotar no início da subida, e acabou descendo e empurrando a bike por alguns metros, até aliviar a subida novamente.

Quando o Bruno começou a apresentar cansaço e desceu da bike para empurrar, lembrei de outra subida que fiz o Vinícios, filho de uma amiga nossa, que também mora no Paraná. Ele também iniciou a subida a mil por hora, só que acabou passando mal no meio da subida, e após alguns minutos de pausa conseguir continuar a subida.

2 fotos acima (Fevereiro de 2007)

E já no final da subida com quase 2 km, o terceiro e último trecho mais ingreme no final da subida, chegando no estacionamento da rampa de voo livre, onde novamente o Bruno desceu e empurrou a bike, e onde persisti e continuei subindo pedalando devagar e sempre, cansado das subidas anteriores, mas decidido a completar a subida pedalando!

Cansado e muito suado, devido ao forte subida e calor que fazia.
Bruno estava tão cansado, que não tinha nem animo...


Para apreciar a bela vista.

Após alguns minutos para descansar, resolvemos iniciar a descida, parando apenas para comprar água...



Tirar as últimas fotos do passeio.





Um comentário:

  1. Muito legal, ano passado quando estive ae subi esse morro, só empurrei na primeira subida forte, a que faz tipo um S, mas é ralado pra subir, mas vale cada esforço, showwww!

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